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Foi brincando com a Pitty, uma cachorra poodle de 14 anos, que a tutora do material, a universitária Rafaela Cavalcante, 29, descobriu os primeiros nódulos entre as mamas há cinco anos. Preocupada com o que poderia ser, a universitária levou a “filha” ao veterinário, que deu início ao tratamento do câncer.

O que facilitou no desenvolvimento da doença na cachorra foi o simples fato de ela não nutrir sido castrada no primeiro cio. Na primeira vez que o material esteve doente, foram retiradas toda as mamas do lado esquerdo, juntamente com os nódulos.

Mas, há seis meses, a família de Pitty está apreensiva com a esperança do retorno do câncer de mama. Desta vez, os nódulos apareceram nas mamas do lado direito e, conforme a universitária, desta vez retornaram mais agressivos. “Estamos no processo dos exames. A veterinária desconfia que a doença tenha se espalhado pelo resto do corpo da Pitty, pois ela tem tido dificuldades no sentido de respirar quando se agita. Por enquanto ela não tem demonstrado que está sentindo dor, e por isso estamos aguardando os resultados dos exames no sentido de resolver o que iremos elaborar”, explicou Rafaela.

consideração sempre

Pretinha era uma cachorra deserto, que vivia no conjunto Portal do Japão, Parque 10 de Novembro, Zona Centro-Sul. Há quatro anos, ela foi resgatada pela autônoma Sheila Liberato, 56, com uma das mamas muito inchadas. “Quando ela foi avaliada pelo veterinário, fui informada que aquele inchaço se tratava de um tumor e que tinha uma grande probabilidade de ser câncer”, contou.

Todas as mamas da pretinha foram retiradas. Uma biopsia que constatou o câncer. Pretinha passou por um legião de exames no sentido de saber a gravidade da doença. Por conta disso, a cachorra precisou realizar algumas sessões de quimioterapia no sentido de evitar que a doença se espalhasse nos demais órgãos.

“Sempre digo que a Pretinha ganhou uma nova oportunidade de ser feliz. Fizemos tudo o que era capaz no sentido de curá-la e hoje com nove anos ela está feliz tendo um lar e saúde. Ela tem todo meu cupido e meu carinho e se hoje tem condições de viver assaz como devo muito a ela, por nutrir sido forte no momento do tratamento”, comentou Sheila.

consideração aos sinais

O ideal é que os tutores avaliem as mamas do seu material periodicamente. Uma dica é empregar a hora do carinho na abdome no sentido de esmiudar uma por uma. Se notar nódulos, diferença de tamanho entre as mamas, engrandecimento de volume ou qualquer tipo de secreção, ele deve levar o material ao veterinário.

Uso de anticoncepcionais aumenta risco em inclusive 90%

De concórdia com a médica veterinária, Débora Cabral, especialista em oncologia, no sentido de evitar a doença, os vivo precisam ser castrados logo posteriormente o primeiro cio. Ela explicou que muitas vezes, por não saber dos problemas que podem vir a ocasionar, os tutores dos vivo acabam os levando no sentido de tomar anticoncepcionais no pet shop, e o processo é muitíssimo cancerígeno.

“Muitas vezes acreditam que seja o meio mais vulgar no sentido de tratar o cio de um material, mas esse procedimento tem 90% de chance de desenvolver o câncer. Vemos muitos casos dos vivo com câncer de mama ocasionados por conta desta destinação de hormônio”, explicou a especialista.

Débora Cabral explicou que normalmente os tumores mamários não são muitos agressivos e demoram um bacana tempo no sentido de se espalhar, mas é inescusável ser conceituado por um profissional da região, que irá traçar os procedimentos necessários no sentido de tratar o sufoco.

Conforme a veterinária, quanto ao tratamento, o processo não é tão díspar como no humano. “Os tumores precisam ser retirados e o material precisa passar pela quimioterapia. O ponto positivo no sentido de os pets é que eles não sabem nada sobre a doença e nem do que está acontecendo. Por conta disso é mais tranquilo o tratamento”, explicou.

Quanto as reações à quimioterapia, a especialista disse alguns vivo ficam alguns dias sem se substancial. “Tteve um caso que a pelagem do material caiu e mudou de cor. De um grupo de 10 que estavam em tratamento, só um veio a falecer”, contou. O tratamento é fundamental e pode custar inclusive R$ 5 mil.

Fonte: A Crítica

Outubro Rosa assaz como levanta atencioso sobre casos de câncer de mama nos vivo – ANDA

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