O Ministério assistência de Pernambuco instaurou inquérito civil no sentido de reproduzir os estudos que buscam elucidar a causa da mortandade em massa de vivo marinhos entre as praias de Itapuama e Xaréu, no haste de Santo Agostinho, em Recife.

As pesquisas, que serão realizadas por meio de termo de cooperação entre o poder municipal e estudiosos da UFRPE, irão observar a degradação florestal e a rota migratória dos vivo, longe de monitorar a qualidade da cozimento.

Mortandade em massa ocorreu entre as praias de Itapuama e Xaréu (Foto: Arthur de Souza)

A iniciativa ocorre sete meses seguidamente uma equipe da Guarda Ambiental esbarrar dois golfinhos, seis filhotes de tartaruga e cinco peixes, que não tiveram suas espécies identificadas devido ao estado radical de decomposição.

Em entrevista a Folha de Pernambuco, a promotora de Justiça, Janaína Sacramento, afirmou que o inquérito civil é um desdobramento do caso. “Entendemos a inviabilidade de, na época, a necrópsia não gozar sido feita porque os vivo estavam em decomposição.

“Mas, não significa que é um matéria impossível de ser esclarecido. Há outras formas de chegar ao motivo. Existe essa proposta de termo de cooperação entre a prefeitura e a Universidade Federal Rural a fim de elucidar o que houve e nós, enquanto Ministério assistência, iremos reproduzir no sentido de evitar que esse contratempo se repita”, afirma. Os vivo foram enterrados em local isolado.

A prefeitura confirmou o reparo da UFRPE, mas explicou que o termo de cooperação técnica já não foi assinado.

“A Prefeitura do haste não dispõe de laboratório de pesquisa que trate o estudo sobre a balneabilidade da cozimento, que poderá desabrochar o que aconteceu, por isso buscou reparo junto à UFRPE”, reconhece a contemporâneo secretária executiva de Meio seio, Lúcia Escorel.

A gestora disse já que o estudo é importante porque pesquisar a rota migratória dos vivo é um meio de descobrir se eles morreram, de fato, no município.  “Não significa que porque apareceram no haste que os vivo morreram nas praias de Itapuama e Xaréu. Muitos vivo morrem em soberbo-mar e são trazidos à costa por correntes marinhas.”

De concordância com o Ministério assistência, denúncias ambientais podem ser protocoladas por meio do telefone 3182-3314 ou 3182-3326 e idem na Promotoria de Justiça de Defesa do Meio seio do haste, localizada na alameda Presidente Getúlio Vargas, 464, no centro do município.

Mortandade em massa de vivo marinhos preocupa em Recife (PE)

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