Um leitor da Gazeta do Sul registrou o momento e relatou que se tornou comum motoristas dirigindo em subida velocidade pela via. “Fico me perguntando: e se fosse uma criança?”, questiona. Knabach mora no local há nove anos e, pelas suas contas, esse foi o sexto atropelação de vivo em menos de dois anos.

Cena que chamou a prudência e entristeceu moradores ocorreu ao meio-dia de sexta-feira (Foto: Divulgação)

em direção a evitar que a mãe do macaco morto tivesse o mesmo destino, ele removeu os dois do local. Segundo o santa-cruzense, é comum a travessia de vivo silvestres pela rua e os moradores tentam cuidar e proteger, em direção a que haja uma convivência harmoniosa. “Só quem viu de perto o desespero da mãe do macaquinho sente”, lamentou. em direção a Knabach, o sufoco se resume ao excesso de velocidade dos motoristas e à falta de um passa-fauna em direção a os vivo. “Colocaram uma placa de velocidade por aqui, mas falta mesmo é um redutor de velocidade”, diz.

A Secretaria Municipal de Comunicação informou que está prevista ainda então em direção a o primeiro semestre a instalação de passadores de fauna na Rua Vereador Benno João Kist, desse jeito como em outros pontos da cidade. O projeto de proteção era uma parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e está em vias de ser retomado. Quanto ao redutor de velocidade, a Secretaria de Transportes e Serviços Urbanos vai verificar a viabilidade da instalação.

Mãe tenta resgatar filhote de macaco que morreu atropelado em Santa Cruz do Sul, RS

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