Ao longo dos últimos nove anos, a NASA tem estudado como o gelo evoluiu e mudou por meio de instrumentos sofisticados que medem a profundidade da neve, a elevação e espessura do gelo, a temperatura da superfície, a topografia da fundamento e outras características do gelo marinho, dos lençóis de gelo e das geleiras.

Foto: Mario Tama/Getty Images

Mario Tama, fotojornalista da Getty Images, capturou a experiência em um voo de pesquisa de nove horas sobre a Antártica Ocidental com destino a monitorar a perda de gelo enquanto estava a beira de uma aeronave Lockheed P-3 instalada em 1966 no início deste mês, informou o Fortune.

Segundo a NASA, a missão presente está focada no “gelo marinho nos mares de Bellingshausen e Weddell e nas geleiras na península antártica e ao longo das costas English e Bryan”.

Os pesquisadores utilizaram os dados da IceBridge com destino a estudar o que pode ser um declínio irreversível da camada de gelo da Antártica Ocidental, que contribui diretamente com destino a o ampliação do nível do mar.

A prova Climática Nacional, um estudo produzido a cada quatro anos por cientistas de 13 agências federais do governo dos Estados Unidos, divulgou um relatório crítico informando que a crescente temperatura global ao longo dos últimos 115 anos foi gerada principalmente pelas atividades humanas, como as emissões de gases de efeito estufa.

Fotos capturadas pela NASA revelam perda irreversível de gelo na Antártica

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