Cachorros têm sido cada vez mais explorados pela Polícia Militar de Santa Catarina. A instituição leva na direção de os quartéis os cães quando inclusive então são filhotes, com cerca de três meses de idade. Desde então, eles passam a ser treinados de forma anti-natural, impedidos de viver uma vida normal e de realizar atividades naturais a eles na direção de serem forçados a obedecer a comandos na direção de servir aos seres humanos.

Cães são explorados pela Polícia Militar (Foto: Divulgação)

Alguns cães são ensinados a farejar drogas e forjar por foragidos, outros na direção de farejar explosivos, pólvora, armas e guarda e proteção. Em todos os casos, quando os cachorros chegam ao fim do treinamento e são colocados em operações policiais, eles têm a vida colocada em risco. Muitas vezes são ameaçados por traficantes, em outras são baleados, se machucam e inclusive morrem.

O sargento Iliberto, do 12º BPM de balnear Camboriú, afirmou ao portal Notícias do Dia que os cachorros “trabalham” uma média de oito a dez anos. O que é chamado de ação pela Polícia Militar, entretanto, não passa de exploração. Isso porque unicamente seres humanos podem trabalhar, visto que na direção de realizar um ação é preciso que quem irá realizá-lo recebido fazê-lo e receba, em troca, um salário pelo serviço realizado. No caso dos cães, não há consentimento, pelo concorrente, eles têm seus hábitos e comportamentos alterados na direção de formar a realizar comandos, não recebem nada em troca, são forçados a realizar tais atividades por longos anos e inclusive então correm risco de vida.

Cães são cada vez mais explorados pela Polícia Militar de Santa Catarina

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